“Os santos são como as flores de uma árvore, que revelam a inexaurível vitalidade da linfa que a percorre”, disse o Papa

 

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São Justino de Jacobis foi beatificado em 1939 e canonizado em 1975

Cidade de Vaticano. Os santos na Igreja "são como flores de uma árvore que revelam a vitalidade da linfa que a percorre", disse o Papa neste sábado. A inpirada frase constou do discurso de Bento XVI, cujo tema foi a santidade, à comunidade do Pontifício Colégio Etíope, ao receber professores e alunos da instituição em uma audiência privada no Vaticano. O Pontifício Colégio Etíope no Vaticano recorda o 150° aniversário da morte de São Justino De Jacobis, padroeiro da instituição e importante missionário na Etiópia.

Em seu discurso, Bento XVI lembrou ao grupo de sacerdotes, estudantes e professores que a santidade é o coração do mistério eclesial e a vocação dirigida a todos. Segundo o Papa, "a vocação sacerdotal é chamada a formar o Cristo total em comunhão dentro de um único organismo espiritual da Igreja".

"A santidade coloca-se, portanto, no coração do mistério eclesial e é a vocação a que somos todos chamados. Os santos não são um ornamento que reveste exteriormente a Igreja. São como as flores de uma árvore, que revelam a inexaurível vitalidade da linfa que a percorre. A via em direção à santidade, em direção à plenitude do "vir perfectus" se realiza em contínuo, cansativo e progressivo amadurecimento", ressaltou Bento XVI.

São Justino de Jacobis, patrono do Pontifício Colégio, foi missionário na Etiópia, no Tigrai. Trabalhou antes em Adua e depois em Guala, onde fundou um seminário para os sacerdotes, o "Colégio da Imaculada". Na pastoral, teve especial atenção pelo contexto cultural, aprendeu a língua local e favoreceu a tradição litúrgica do rito próprio. Foi beatificado pelo Venerável Papa Pio XII em 25 de juho de 1939 e canonizado pelo Servo de Deus Paulo VI em 26 de outubro de 1975.

O antigo Pontifício Colégio Etíope no Vaticano, fundado pelo Papa Sisto IV, hospeda hoje os sacerdotes provenientes da Etiópia e da Eritréia que em Roma obtêm a licenciatura e o doutorado. A estrutura depende da Congregação para as Igrejas Orientas e os padres hóspedes seguem o rito oriental ou o rito Gheez. Há duas línguas oficiais no Colégio: o amárico, difundido na Etiópia, e o tigré, usado no norte da Etiópia e na Eritreia.

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