CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família

Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF

  

III Simpósio Nacional da Família – 25 de maio de 2013

Tema: A transmissão da fé na família: tarefas dos pais

Local: Centro de Evangelização – Canção Nova

 

Tema: A transmissão da fé na família: tarefas dos pais.

Local: Centro de Evangelização

Sábado

08h00 Animação

08h10  Apresentação de Dom Damasceno e Dom Petrini – Tico e Vera

08h15 Abertura: Dom Damasceno

08h30 1°Conferência: “O desígnio de Deus”. Dom João Carlos Petrini

09h15 Testemunho - regional

09h35 Apresentação de Marcelo e Ariane - Marivone e Volnei

09h40 2°Conferência: “Família e Sociedade”. Ariane e Marcelo Dias -

10h10  Promoção de Palco

10h15 Intervalo

10h45 Animação

11h00 3°Conferência: - “A transmissão da fé na família”.  Ariane  e Marcelo Dias -

11h30 Apresentação de Gilberto e Arlete Bonfim– Tico e Vera

11h35  4° Conferência: Arlete e Gilberto Bomfim - “Família acolhedora (desde a hospitalidade à adoção).

12h10  Mensagens dos Bispos presentes

12h25  Promoção de Palco - SECREN

12h30 Intervalo.

14h00 Animação

14h15 5°Conferência: “Comunidade de famílias” Arlete e Gilberto Bomfim

14h45 Momento Família – Pe. Rafael e Pe. Wladimir.

15h25 Promoção de Palco.

15h30 Intervalo

16h00 Santa Missa: Dom João Carlos Petrini

18h00 Encerramento.

Obs. A programação está sujeita a alterações, sem aviso prévio.

Família

Pastoral Familiar

Dimensão Missionária

1. Definição da Pastoral Familiar

É ação que se realiza na Igreja e com a Igreja, de forma organizada e planejada de agentes específicos, com metodologia própria.

2. Objetivo da Pastoral Familiar

Evangelizar as famílias, oferecendo instrumentos necessários para a formação da família, fornecer orientações para a vivência familiar, levando a todos a boa nova do sacramento do matrimônio, transformando a sociedade pela obra de evangelização humana cristã.

3. Atuação da Pastoral Familiar

Na família, com a família e para a família, conscientizando o real valor do sacramento dao matrimônio e do amor conjugal. Evangelizando e educando nos valores cristãos, para o bem da Igreja, da sociedade e do mundo.

Podcast Pastoral Familiar

Vídeo de dom Petrini abre oficialmente a Semana Nacional da Família

 

 

Na 43ª Assembleia da CNBB ficou estabelecido que o dia 8 de outubro, Dia da Vida, seja também o Dia do Nascituro. Nossa Constituição defende a inviolabilidade do direito à vida como o primeiro de todos os direitos. É na concepção que a vida humana começa. Tal dado é biológico e confirmado pela bioética. Neste momento, estão presentes em semente, isto é, geneticamente, todos os elementos de um sujeito humano, com identidade bem definida. Este novo ser é distinto do corpo da mãe e tem seu dinamismo autônomo. O embrião vai mudando de forma, mas não de ser.

Não podemos discriminar o embrião, nem torná-lo material descartável, porque tem dignidade humana e não pode ser desumanizado. O embrião tem direito à vida e merece respeito. Festejar o Dia do Nascituro é um gesto de reconhecimento do direito do embrião à vida. Desde a fecundação o embrião tem seu patrimônio genético próprio e seu próprio sistema imunológico, que vai se converter em bebê, criança, jovem, adulto, ancião. Tudo isso é verificado pela evidência experimental da ciência. Não é só a religião que afirma tais verdades, mas também a ciência e a tecnologia moderna. Que a vida humana começa na fecundação é uma verdade científica óbvia, incontestável.

A ciência, para não ser ideológica, deve respeitar a consciência ética. O grito da consciência é: os embriões são seres humanos. Portanto, que não se produzam mais embriões em laboratório. O sim à vida deve ser dado em todas as etapas. A cultura da morte não pode ser incorporada por nós como algo eticamente correto. Os embriões são seres humanos geneticamente formados, revestidos, portanto, de dignidade.

No Dia da Vida, lembramos a ecologia, os direitos humanos, o combate à fome, ao racismo, à exclusão, à violência. O sim ao desarmamento quer ser um sim em favor da vida. Nesse contexto, o Dia do Nascituro quer ser um gesto profético de respeito à vida desde a concepção, em sintonia com a lei natural e o mandamento “não matarás”.

JOÃO BACHMANN|

Como cristãos somos chamados a viver da misericórdia de Deus. "Sede misericordiosos como vosso Pai do céu também é misericordioso" (Lc 6,36). Aliás, o próprio Jesus proclama que "Os misericordiosos alcançarão a misericórdia e deles é Reino dos céus" (Mt 5,7).

A família cristã elevada por Cristo e pela Igreja como o berço do amor e da vida, a escola viva dos valores, a igreja doméstica, é chamada a viver um amor de misericórdia que se assemelhe ao amor de Deus pela humanidade.

Mas o que significa viver do amor misericordioso de Deus? Trata-se de viver no amor que vai além do perdão em si. A família cristã é chamada a viver num compromisso de vida e de amor que vai além do perdão em si, assumindo o compromisso de reconciliação e de ajuda com a pessoa que erra, não com seu erro, pois: "No amor somos sempre devedores", nos fala o apóstolo Paulo. Trata-se também de viver numa relação de vida onde os pais e filhos assumem viver no amor do perdão e da reconciliação, da cura das feridas humanas, psíquicas e espirituais de quem erra. Num passo maior, temos que aprender de Cristo a lição do Calvário onde Ele perdoa e intercede junto do Pai por aqueles que o crucificaram. Sem dúvida é algo impossível fora da graça e da ajuda de Deus.

Conteúdo

 Hora Santa, subsidio destinado as famílias

A qualidade da vida humana depende basicamente da estrutura da família. O projeto de Deus e da Igreja coloca a família como berço da vida, escola dos valores e alicerce natural da sociedade.

 

 

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