Ampliado do SPII discute a Pastoral de Conjunto no ambiente urbano

Uma manhã de estudos e reflexões marcou o 22º Encontro Ampliado das Equipes Pastorais da Sub-Região Pastoral SPII da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – realizado na Cúria Diocesana de Santo Amaro (SP) no último sábado (18/02) reunindo as oito dioceses que compõe o sub-regional: Osasco, Campo Limpo, Santo Amaro, Guarulhos, São Miguel Paulista, Mogi das Cruzes, Santo André e Santos. Estiveram presentes Dom Luiz Antônio Guedes, Bispo de Campo Limpo, Dom Emílio Pignoli, Bispo Emérito de Campo Limpo, Dom Frei João Bosco Barbosa de Souza, OFM, Bispo de Osasco; Dom José Negri, Pime, Bispo de Santo Amaro; Dom Fernando Antônio Figueiredo, OFM, Bispo Emérito de Santo Amaro; Dom Edmilson Amador Caetano, Bispo de Guarulhos, Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo de Mogi das Cruzes; Dom Pedro Cipollini, Bispo de Santo André; Dom Tarcísio Scaramussa, SDB, Bispo de Santos e Dom Jacyr Francisco Braido, CS, Bispo Emérito de Santos.

A cada ano é escolhido um tema a ser apresentado e debatido entre os agentes e coordenadores de pastorais das dioceses para que, após uma ampla reflexão, passe a ser adotado em suas áreas de atuação. A temática escolhida para este ano foi o “Ambiente Urbano” e qual o papel que a Igreja tem na ocupação desta área. O encontro foi assessorado pelo Monsenhor Antonio Luiz Catelan, Subsecretário Adjunto de Pastoral e assessor da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB.

Os trabalhos foram coordenados pelo presidente do sub-regional, Dom Edmilson Amador Caetano que iniciou o dia com a oração da Hora Média. Logo após os avisos, Monsenhor Catelan começou sua exposição falando sobre a questão pastoral nos grandes centros urbanos.

Segundo ele a sociedade vive três grandes desafios e as pastorais precisam encontrar meios de ajudar a vence-los: a violência, o medo e a solidão. Para ilustrar esta situação, Monsenhor Catelan utilizou como referência a figura de um muro. “O que acontece hoje nos grandes centros urbanos? A violência faz com que construamos os nossos próprios muros, sejam eles nas nossas casas, nos condomínios, nos apartamentos. Para fugirmos dessa violência, nos escondemos atrás deste muro e fazemos isso porque temos medo. Quanto mais fugimos desta violência por causa do medo, mais nos tornamos solitários”.

Segundo ele é necessário fazer com que a Pastoral de Conjunto se torne cada vez mais efetiva em sua ação na sociedade utilizando a consciência de que “Deus habita na cidade e termos o olhar de que Deus se faz presente em cada parte da cidade”.

Outro ponto abordado foi a questão da tecnologia. “Não tem mais como não pensar em Pastoral de Conjunto sem pensar em elementos tecnológicos”. O sacerdote explicou que as mídias digitais tem um papel fundamental na formação de opinião e na tomada de decisões. “Antigamente um pequeno grupo de representantes de determinada área se reunia e decidia pelos demais. Hoje, com as redes de comunicação em tempo real, é possível se discutir com muito mais gente antes que uma decisão importante seja tomada”.

A manhã de estudos contou ainda com um encontro em grupos que depois os resultados foram apresentados aos demais participantes do encontro.

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