Cristo bota fé nos jovens

Com estas palavras proferidas ao longo do discurso de chegada, que o Papa Francisco demonstrou a que realmente veio: levar Cristo ao coração dos jovens dos quatro cantos do mundo.

A acolhida ao pontífice superou as expectativas já que se estimou um público de quase um milhão de pessoas. Gente de todas as idades, raças a línguas. Gente que veio para acolher aquele que como o santo de Assis, manifesta toda sua humildade e simplicidade, “não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso foi me dado: Jesus Cristo”.

A cidade do Rio de Janeiro está contagiada por uma juventude feliz e cheia de fé. Uma juventude que canta e proclama o nome de Cristo em alto e bom tom pelas ruas da cidade. Uma juventude que não tem vergonha de testemunhar a fé e dizer que são de Cristo.

Este é o clima na cidade do Rio de Janeiro. O Cristo Redentor nestes dias não só abraça os cariocas e os brasileiros, mas abraça todo o mundo. Porque aquele que vem para estar com os jovens, vem em “nome do Senhor  para alimentar a chama de amor fraterno que arde em cada coração; e com disse o Santo Padre em seu discurso “vim para encontrar os jovens que vieram de todo o mundo, atraídos pelos braços abertos do Cristo Redentor. Eles querem agasalhar-se no seu abraço para, junto de seu coração, ouvir de novo o seu potente e claro chamado: Ide e fazei discípulos entre todas as nações”.

Esta proximidade do Papa Francisco com os jovens e com os peregrinos que estão no Rio de Janeiro promoveu uma interatividade maior até mesmo entre as pessoas que não estão participando da JMJ. Segundo o motorista de táxi, José Edmundo da Costa “a vinda do Papa para a nossa cidade é um sinal de que estamos mais fortes na nossa fé”.

É possível notar pelas ruas do Rio de Janeiro a multidão de jovens circulando de um lado para o outro, diversas línguas, várias nações, mas uma única fé. A união dos jovens brasileiros com os demais peregrinos deixa transparecer a esperança que todos têm em relação à presença do Papa Francisco no país. E os que mais deixam transparecer esta felicidade são os voluntários que estão atuando em diversas frentes. Naomi Ortega é boliviana e está ajudando na entrega das credenciais para os jornalistas. Segundo ela, “é uma sensação indescritível participar como voluntária num evento como este, principalmente podendo ajudar em alguma coisa”.

Adilson Ulprist

Luciano Batista

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