Diocese conclui o Ano Santo Extraordinário da Misericórdia

No dia 13 de dezembro de 2015, Dom Luiz Antônio Guedes abria oficialmente a Porta da Misericórdia na Catedral Santuário Sagrada Família. Simultaneamente outras 16 portas foram abertas nos Santuários extraordinários da Misericórdia em toda a Diocese de Campo Limpo. Neste período de quase um ano, milhares de pessoas passaram pela Porta Santa para que, dando sequencia a uma série de ações, alcançassem a indulgência plenária concedida pelo Papa Francisco.

No último domingo, 13 de novembro, Dom Luiz, Dom Emílio Pignoli, sacerdotes, diáconos, religiosos e fiéis, passaram novamente pela Porta Santa da Catedral, porém para a cerimônia de conclusão do Ano Santo da Misericórdia. A pedido do Santo Padre, a celebração aconteceu em todas as dioceses do mundo e no próximo dia 20 de novembro, Dia de Cristo Rei do Universo, o Papa Francisco fará o fechamento simbólico da porta no Vaticano.

Logo após a saudação inicial, Dom Luiz comentou o final deste Ano Jubilar afirmando que “nele vivemos um tempo extraordinário de graça e de misericórdia e que nesta celebração eucarística queremos elevar ao Pai o nosso canto de louvor e a nossa ação de graças pelos dons que Ele nos concedeu”.

Depois, durante a homília, Dom Luiz ressaltou que o Ano Extraordinário da Misericórdia foi para todos os fiéis, um período de aprendizado e conversão. “O Senhor espera, o Santo Padre o Papa Francisco também espera, a Igreja espera e a própria humanidade espera que nós saiamos convertidos deste ano cuja conclusão estamos realizando e que nós tenhamos aprendido na contemplação, na misericórdia de Deus a sermos mais misericordiosos”.

Refletindo sobre o Evangelho (Lc 21,5-19) Dom Luiz comparou as palavras “julgamento” e “crise” ponderando que as duas tem a mesma fonte. “Muitas vezes na vida, vivemos algumas crises e elas não são negativas e são necessárias para a nossa desinstalação porque nós nos acomodamos quando conseguimos aquilo que queremos e corremos o risco de deixar de crescer, parar de caminhar e então o Espírito Santo se utiliza das crises para nos desinstalar o que pode ser muito desconfortável às vezes, mas o Espírito Santo faz isso para que nos aperfeiçoemos dia após dia”.

Antes da benção final, todos que participaram da Santa Missa fizeram a Oração pelo Jubileu da Misericórdia (clique aqui para a versão em PDF da Oração).

A Igreja Católica deu início à tradição do Ano Santo em 1300, durante o pontificado do Papa Bonifácio VIII. Desde 1475, um jubileu ordinário ocorre a cada 25 anos. Ocasionalmente, no entanto, o papa pode instituir um ano extraordinário da misericórdia.

Este é o terceiro em toda a história da Igreja, tendo os dois primeiros sido proclamados em 1933, pelo Papa Pio XI, por ocasião do 19º Centenário da Redenção, e em 1983, pelo papa João Paulo II, pelos 1950 anos da Redenção.

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