Diocese de Campo Limpo apresenta Orientações para as Comunidades Católicas sobre as eleições 2014

Visando a realização das próximas eleições que acontecerão em primeiro turno, no dia 5 de outubro, a Diocese de Campo Limpo elaborou uma carta com as “Orientações para as Comunidades Católicas da Diocese de Campo Limpo”.

A carta, assinada pelo Bispo Diocesano, Dom Luiz Antônio Guedes, traz informações e orientações sobre detalhes do processo eleitoral e “dicas” sobre a escolha dos candidatos que concorrem aos cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, Senador, Deputados Federais, Deputados Estaduais, Governador e Vice-Governador.

“A eleição é uma oportunidade para confirmar os políticos e partidos que estão no cargo e a forma como estão governando e legislando; ou para mudar os mandatários e os rumos da política do País e do Estado. Os cristãos são chamados a participar ativamente na edificação do bem comum, escolhendo bons governantes e legisladores e acompanhando com atenção o exercício de seus mandatos”, diz a carta.

A mensagem faz menção ainda à atenção necessária aos casos de corrupção eleitoral. “A Lei 9840, de 1999, veio para moralizar a vida política do Brasil; ela condena várias formas de compra de votos durante as eleições e de abuso de poder econômico nas campanhas eleitorais. Os candidatos denunciados e condenados em força dessa lei podem ter seu registro ou diploma cassado, além de receber multa. Os fatos de corrupção eleitoral devem ser denunciados à Justiça Eleitoral”.

Para escolher o candidato é aconselhável observar a “Lei da Ficha Limpa”. “Em vigor desde 2010, a Lei complementar 135 torna inelegível os políticos corruptos que já foram condenados por crimes eleitorais ou outros, previstos nessa lei, tornado-se inelegíveis pelo tempo previsto na sua condenação”. A carta lembra que “a aprovação dessa lei, de iniciativa popular, contou com a expressiva participação das comunidades e organizações da Igreja Católica. Político precisa ter credibilidade para representar o povo, governar e administrar o dinheiro público”.

Outro ponto abordado é a questão das propagandas eleitorais. “Conforme a Lei 9504, artigo 37, parágrafo 4º, os templos e lugares de culto, ou os eventos religiosos, não devem ser usados para a propaganda eleitoral partidária. A Igreja Católica valoriza a liberdade de consciência e as escolhas autônomas de todos os cidadãos. A religião não deve ser usada como ‘cabresto político’ e as comunidades da Igreja não devem ser transformadas em ‘currais eleitorais’”.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral, estão concorrendo nestas eleições no Estado de São Paulo, nove candidatos ao cargo de governador com seus respectivos vices, 11 senadores, 1.484 deputados federais e 2.121 deputados estaduais. No total, 31.998.432 pessoas estão aptas a votar nas próximas eleições, o que corresponde a 22,4% do eleitorado nacional.

Baixe aqui o conteúdo completo das Orientações para as Comunidades Católicas da Diocese de Campo Limpo

O site da Diocese de Campo Limpo está migrando para o endereço
www.dcl.org.br

 

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