Diocese de Campo Limpo divulga orientações para o Jubileu da Misericórdia

No próximo dia 8 de dezembro, solenidade da Imaculada Conceição de Maria, terá início o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco através da bula “Misericordiae Vultus” (O Rosto da Misericórdia). Este Jubileu será encerrado em 20 de novembro de 2016, solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo. 

O Santo Padre escolheu como lema do Ano Santo a expressão “Misericordiosos como o Pai”, retirada de Lucas 6, 36: "Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso", assinalando a virtude da misericórdia como um critério para individuar  os verdadeiros filhos de Deus. De fato, somos chamados a viver de misericórdia porque primeiro foi usada misericórdia para conosco. 

No dia 8 de dezembro deste ano, solenidade da Imaculada Conceição, o papa abrirá a Porta Santa. Será então uma Porta da Misericórdia onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança. No domingo seguinte, dia 13 de dezembro, o terceiro do advento, será aberta a Porta Santa na catedral de Roma, nas demais basílicas papais, nas catedrais diocesanas e em outras igrejas estabelecidas pelo bispo diocesano. 

O Bispo Diocesano de Campo Limpo, Dom Luiz Antônio Guedes divulgou o nome das 16 paróquias e Santuários diocesanos onde serão abertas a porta santa da misericórdia estabelecidas como Santuários do Jubileu Extraordinário da Misericórdia:

● Catedral Santuário Sagrada Família; ● Santuário Santa Terezinha do Menino Jesus, Taboão da Serra; ● Santuário São José Operário, Capão Redondo; ● Santuário Nossa Senhora dos Prazeres e Divina Misericórdia, Itapecerica da Serra; ● Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, Juquitiba; ● Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida, em São Lourenço da Serra; ● Igreja Matriz do Bom Jesus de Piraporinha, M’Boi Mirim; ● Igreja Matriz Santa Terezinha do Menino Jesus, Embu-Guaçu; ● Igreja Matriz Nossa Senhora de Guadalupe, na Estrada do M’Boi Mirim; ● Igreja Matriz de São Bento, Morumbi; ● Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Conselho, Vila Prel; ● Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, Embu das Artes; ● Santuário Santa Cruz da Reconciliação, Morumbi; ● Santuário da Mãe Peregrina, Morumbi; ● Igreja Matriz de Santa Margarida Maria Alacoque, Taboão da Serra e ● Igreja Matriz de São José e Santo Eduardo, Embu das Artes. 

Uma das práticas privilegiadas para a vivência do ano santo é a peregrinação. Esta é um ícone do caminho que cada pessoa realiza na sua existência. A peregrinação deverá servir de estímulo à conversão para sermos misericordiosos como o Pai. O caminho proposto por Jesus para a conversão é não julgar, não condenar, perdoar e dar-se conforme a sua palavra: “não julgueis e não sereis julgados, não condeneis e não sereis condenados, perdoai e sereis perdoados. Dai e vos será dado” (Lucas 6, 37). 

A participação nas peregrinações a uma das igrejas acima mencionadas será uma oportunidade para ganhar a graça das indulgências, observadas as condições previstas pela disciplina da Igreja: Confissão Sacramental, Comunhão Eucarística e Oração segundo as intenções do Sumo Pontífice, excluído qualquer apego ao pecado. A indulgência pode ser obtida também em favor dos falecidos. 

De acordo com as orientações do Santo Padre, os fiéis que estiverem impossibilitados de participar das peregrinações poderão ganhar a graça da indulgência como segue: a) os doentes, recebendo a comunhão ou participando na santa Missa e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação; b) os encarcerados, nas capelas dos cárceres e todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai com arrependimento pelas injustiças cometidas e propósito de mudança de vida. 

Muito ajudará no processo de conversão a reflexão e a prática das obras de misericórdia corporais e espirituais. Elas são um critério para avaliarmos se vivemos ou não como discípulos de Jesus. Quais são as obras de misericórdia? Obras corporais: dar comida aos famintos, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, acolher o estrangeiro, assistir aos doentes, visitar os presos, sepultar os mortos. Obras espirituais: aconselhar os que estão em dúvida, ensinar os ignorantes, admoestar os que erram, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as fraquezas do nosso próximo, rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos. O papa afirma que “todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá sem dúvida a indulgência jubilar”. 

É importante que a quaresma de 2016 seja vivida intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus. A iniciativa “24 horas para o Senhor”, na sexta e no sábado anteriores ao 4º Domingo da Quaresma, dias 4 e 5 de março de 2016, seja bem preparada e realizada nas Foranias da nossa Diocese. 

O Papa Francisco concedeu a todos os sacerdotes para o Ano Jubilar, não obstante qualquer disposição em contrário, a faculdade de absolver do pecado de aborto quantos o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem que lhes seja perdoado.

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