Início do Ano Jubiliar encerra o Ano da Fé na Diocese de Campo Limpo

A Diocese de Campo Limpo encerrou neste domingo, o Ano da Fé, convocado pelo Papa emérito Bento XVI em 2012 por ocasião das celebrações do cinquentenário do Concílio Vaticano II. Porém, a Santa Missa também teve outro significado: marcou o início das comemorações dos 25 anos da instalação da diocese que serão festejados em 2014. A data também é importante porque celebra a Solenidade de Cristo Rei e o Dia Nacional dos Leigos e Leigas. 

A Catedral Sagrada Família recebeu centenas de fiéis que vieram de suas paróquias para participar da celebração que, atendendo aos critérios estabelecidos pela Santa Sé, receberam a indulgência plenária. 

As paróquias da Diocese participaram da Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Luiz Antonio Guedes que logo no inicio da celebração, abençoou a água que foi aspergida nos fiéis. 

Na homilia Dom Luiz lembrou a Santa Missa presidida na manhã deste domingo em Roma pelo Papa Francisco. Segundo Dom Luiz, a eucaristia foi marcada por vários sinais entre eles a exposição das relíquias do apóstolo Pedro. “É um momento especial porque foi a primeira vez que as relíquias foram apresentadas publicamente e Pedro foi o primeiro apóstolo que proclamou a fé e ele é então, o príncipe dos apóstolos”. 

Dom Luiz lembrou ainda que ao final da celebração em Roma, foi apresentada a exortação apostólica “Evangelii Gaudium”(Alegria do Evangelho). “O papa quis mostrar que hoje é o encerramento de um ano, mas quis despertar em nós, o ardor missionário e essa exortação é um impulso para chamar a todos para viver em comunhão”, lembrou. 

Dom Luiz afirmou que “a liturgia de hoje celebra um povo em contínua marcha, em eterna caminhada para a casa do Pai e nessa peregrinação, passamos pela cruz de Cristo onde se manifestou a misericórdia em sua plenitude”. 

O bispo de Campo Limpo apontou ainda que “encontramos nas leituras um verdadeiro hino de amor porque existe o chamado de Deus Pai que proclamou que o seu filho recebeu do Pai todo o Seu ser; ele é a imagem perfeita do Pai e ele reflete como um espelho a imagem do pai”.  

Sempre ressaltando a figura de Cristo Rei, Dom Luiz lembrou ainda que “tudo foi feito por meio do filho e feito para Ele, para que Jesus reunisse nele, um povo iluminado por Deus para louva-lo e glorificá-lo”. 

“O perdão dos nossos pecados está representado pelo sangue que Jesus derramou na cruz por nós porque nele está o amor de Deus”, afirmou o prelado. 

No dia da Solenidade de Cristo Rei também se comemora o Dia Nacional dos Leigos. Ainda durante a homília, Dom Luiz falou sobre o importante trabalho que é realizado pelos leigos na igreja. “São os leigos os verdadeiros soldados de Deus que Ele consagra para que sejam os verdadeiros missionários de Deus”. 

Recordando o passado, Dom Luiz afirmou que a participação dos leigos na igreja era tida apenas como a de pessoas que não poderiam realizar nenhum trabalho e que toda a missionariedade era exclusiva dos sacerdotes. “É bom lembrarmos que a igreja é laical, leiga. Antigamente definia-se o leigo por aquilo que ele não era, ou seja, não era sacerdote, mas hoje podemos definir por aquilo que são pessoas que tiveram um encontro com Jesus, que continuam aprofundando o conhecimento de Jesus e descobriram que ele é o seu melhor amigo e entregaram a sua vida a Jesus para fazer a razão da sua existência”. 

E finalizou dizendo que os leigos foram consagrados por Deus “inseridos a Jesus pelo batismo e pelo crisma e celebram a eucaristia e eles recebem o corpo e o sangue de Jesus”. 

Dom Luiz disse ainda que “nós temos de ter um olhar semelhante ao de Deus que olha para o seu semelhante e abrirmos a nossa vida para atos concretos. Não nos desanimemos pelas dificuldades e devemos sempre pensar na virtude da fortaleça que é aquilo que desejamos em todas as celebrações com a Paz de Cristo. Essa virtude é a força de Deus no interior de cada fiel para que nunca desanime nunca”. 

Cada fiel que participou da Santa Missa recebeu uma vela e um livro “Raízes bíblicas do Creio niceno-constantinopolitano” do padre José Bortolini. Logo após a homília, as velas foram acesas e todos rezaram essa profissão de fé. “O Ceio é a identidade de todo cristão, e uma de suas mais completas orações, abrange o passado, o presente e o futuro, além da eternidade. O aprofundamento do seu conteúdo levará a cada um de nós, a obter mais conhecimento, crescer na fé e participar de maneira mais consciente na missão da Igreja e nas celebrações litúrgicas”, lembra Dom Luiz. 

Antes de encerrar a Santa Missa, padre Everton Marqui Domingues convidou a todos para rezar uma Ave Maria e cantar parabéns a Dom Luiz Antonio Guedes que comemora nesta segunda-feira (25/11), seu aniversário de 68 anos.

O site da Diocese de Campo Limpo está migrando para o endereço
www.dcl.org.br

 

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