Jubileu de Prata da Diocese de Campo Limpo é celebrado em sua 22ª Romaria a Aparecida

Cerca de 40 mil diocesanos de Campo Limpo lotaram o Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo neste domingo, 17 de agosto, para celebrar o 25º aniversário de criação da Diocese e participarem da 22ª Romaria Diocesana. Idealizada em 1992, a tradicional peregrinação encerra as atividades da Semana Nacional da Família e acontece na celebração litúrgica da Assunção de Nossa Senhora.

A maioria das 100 paróquias que compõe a diocese enviou peregrinos a Aparecida. Segundo a coordenação geral da romaria, mais de 400 ônibus levaram os fiéis ao Santuário, que começaram a chegar a Aparecida por volta das 3h30 da madrugada.

O início da romaria é marcada pela Via Lucis (Caminho de Luz), uma meditação orante sobre os mistérios gloriosos de Jesus comentando os eventos compreendidos entre a Ressurreição de Cristo e o Pentecostes. Seguindo o Bispo Diocesano de Campo Limpo, Dom Luiz Antônio Guedes, os fiéis contornaram a colunata externa, partindo da Capela da Ressurreição chegando a Capela do Batismo. A Via Lucis deste ano foi coordenada pelo padre Francisco Glênio de Almeida, Assessor Diocesano da Pastoral Familiar.

Às 10h iniciou-se a celebração da Santa Missa na Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida, presidida por Dom Luiz e concelebrada por vários sacerdotes da Diocese além do bispo emérito, Dom Emílio Pignoli. A Eucaristia também foi em ação de graças pelo centenário de fundação da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, presentes na Diocese, que tem como vocação, o serviço aos doentes mentais, deficientes físicos e psíquicos. As irmãs entraram com a imagem de São Bento Menni, seu fundador.

Na homilia, Dom Luiz falou sobre as vocações e as famílias. A família foi escolhida por Deus desde os primórdios da humanidade sendo célula fundamental da sociedade, sendo a primeira instituição criada por Deus na origem da existência da humanidade, fundada no amor conjugal, expressa no sentimento livre de cada cônjuge, consagrado no sacramento do matrimônio. O futuro da humanidade passa pela família que é chamada a ser missionária e solidária com as demais famílias e ser sementeira das vocações.

Na solenidade da Assunção de Nossa Senhora, somos chamados a meditar no modelo que Maria foi, por excelência, para a Igreja, porque, depois de Jesus, ela foi a primeira a ressuscitar e entrar na Glória (cf.: 1Cor 15,23). Em Maria podemos contemplar o que Deus prepara para aqueles que o amam e o servem e nela encontramos um testemunho de vida que nos emociona e a orientação segura para respondermos com amor ao chamado de Deus.

Membros da Pastoral Familiar entraram com a imagem de Aparecida e antes do encerramento da celebração, Dom Luiz renovou a consagração da Diocese de Campo Limpo a Nossa Senhora.

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Luciano Batista 

Coordenador da Pascom Diocesana de Campo Limpo

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