Maria exemplo de caridade e serviço

Emoção, fé, reconhecimento e agradecimento. Estes foram os sentimentos dos fiéis que participaram da Santa Missa em honra a Nossa Senhora Aparecida, celebrada no último dia 12 de outubro na Catedral Santuário Sagrada Família, presidida pelo bispo diocesano, Dom Luiz Antonio Guedes. 

Antes do início da celebração, os fiéis saíram em procissão pelas ruas próximas ao Santuário cantando hinos de louvor a Nossa Senhora. A imagem da padroeira do Brasil seguia à frente da procissão e aplaudida pelos moradores que abriram os portões de suas casas e colocaram oratórios para serem abençoados. 

A missa foi animada pelo Coral Sagrada Família, que em dois coros, cantaram hinos alusivos a Nossa Senhora. Como o dia 12 de outubro também é dedicado às crianças, parte do coro foi formado por meninos e meninas que deram o contra ponto às canções. 

Dom Luiz lembrou que no início da procissão foi recordada a homilia do Papa João Paulo II por ocasião da dedicação do Santuário Nacional de Aparecida. “Ele disse que desde que pisou em solo brasileiro não conseguia esquecer a música da Imaculada e recordando este momento, basta que olhemos para a realidade de nossa diocese e por todos os cantos do Brasil, conseguimos ver como é grande a devoção a Nossa Senhora”. 

Ele recordou ainda que “são muitas as comunidades, paróquias, santuários que levam o nome de Nossa Senhora e é importante que tenhamos consciência que a devoção a Nossa Senhora é um dom que Deus nos deu e por isso devemos contar sempre com a presença desta mulher santíssima, mãe de Jesus”. 

Dom Luiz afirmou que importante para a nossa caminhada que “nós a contemplemos e a seguimos. Nós nos comprometemos a seguir Jesus e hoje celebramos esta data dentro do Ano da Fé, o ano da caridade, nós devemos assumir a fé, a esperança e a caridade”. 

Recordando o papa emérito Bento XVI nos diz, o bispo diocesano afirmou que “nós não podemos ter caridade se não tivermos fé porque a fé se torna possível através da caridade que é amar do jeito que Jesus amou”. 

Dom Luiz lembrou ainda que a Igreja está vivendo o Ano da Fé e especialmente a Diocese de Campo Limpo, instalou o Ano da Caridade para viver concretamente a fé e estar a serviço dos irmãos e irmãs. “A virgem Maria é para nós, modelo de esperança, caridade e fé. Ela colocou toda a sua confiança em Deus e por isso, colocou em risco a sua vida dedicando sua fé a Jesus e foi por ela que Jesus veio”. 

Exaltando a figura de Nossa Senhora, Dom Luiz falou sobre o espírito de serviço que Maria sempre teve e recordou a visita feita por Nossa Senhora a sua prima Isabel. “Ela seguiu para a casa de Isabel e Zacarias para prestar serviço e mostrar como Deus faz maravilhas pelo seu povo”. 

Recordando as leituras do Evangelho, Dom Luiz afirmou que “Nossa Senhora aparece menos nos momentos de glória e mais nos momentos de sofrimento, ela tem um papel importante no sacrifico de Jesus, quando no calvário ele, aparentemente, está sendo derrotado, mas ele vai ao céu em glória”. 

Maria é um modelo de caridade. Ela se apresenta como intercessora junto ao seu povo está sempre atenta e no evangelho ela intercede junto a Jesus e mesmo tendo como resposta que ainda não havia chegado sua hora, ela sabia que Cristo iria ajudar naquela situação das Bodas de Canaá. 

Dom Luiz finalizou fazendo uma reflexão afirmando que “Maria não faz concorrêcia para Deus ou para Jesus, pelo contrário, ela ajuda, ela é mediadora de Jesus e nos faz compreender a obra de Jesus. Vamos pedir que ela nos dê a graça da conversão, da nossa conversão, da nossa diocese, da nossa cidade do nosso país. Que nós possamos compreender que Jesus veio para a nossa salvação”. 

As graças alcançadas pelos devotos de Nossa Senhora sempre são lembradas pelos devotos. “Nossa Senhora é nossa mãe, é nossa amiga, nossa protetora. Não tem como ficar indiferente a este amor tão grande que ela tem por nós e sempre que estamos precisando de alguma ajuda, é só pedirmos que ela atende”, disse a dona de casa Maria da Conceição da Silva. 

“Estou sempre agradecendo a Nossa Senhora por tudo de bom que ela tem feito por mim e pela minha família. Não tinha como deixar de participar desta missa tão bonita neste dia tão importante e agradecendo por todas as graças que ela me concedeu, inclusive um bom emprego e saúde para a minha família”, afirmou emocionado, o pedreiro João Carlos Carmargo. 

Após a benção final, uma grande salva de palmas para Nossa Senhora marcou o encerramento da Santa Missa e as crianças participaram de uma confraternização no Salão Sagrada Família.

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