Obras do Vaticano encantam jovens da JMJ

Uma das atividades culturais mais procuradas pelos jovens que participam da Jornada Mundial da Juventude é a exposição “A Herança do Sagrado”, no Museu Nacional de Belas Artes, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra exibe pela primeira vez no Brasil mais de 100 obras de grandes nomes da arte e que pertencem ao acervo do Vaticano e museus italianos.

Entre as pinturas, esculturas, manuscritos e outras peças selecionadas especialmente para esta exposição no país, estão parte da história da arte e da própria Igreja Católica, representadas por quadros de Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, Beato Angelico, entre outros.

Algumas raridades, como a primeira representação de Jesus Cristo, de autor desconhecido, pintada entre o terceiro e o quinto século da era cristã, também fazem parte da apresentação.

Além do Vaticano, as obras vieram da Galeria Borghese, do Palazzo Venezia e dos Museus Capitolinos, de Roma; do Museu de Capodimonte, em Nápoles; da Galeria Nacional de Marche (Urbino); e da Galeria Palatina, em Florença. São pinturas, esculturas, jóias e relíquias, distribuídas por quatro módulos que ocupam todo o segundo andar do MNBA.

O primeiro módulo é dedicado às representações de diversos episódios da vida de Cristo, com destaque para obras como Ressurezione, de Ticiano, e de Peter Paul Rubens. O segundo aborda a vida e a missão dos apóstolos Pedro e Paulo e tem como destaque, achados e obras de arte provenientes da antiga Basílica de São Pedro, conhecida como Basílica de Constantino e antecessora da atual, no Vaticano.

O terceiro módulo tem como tema a Virgem Maria, representada por obras significativas como Madonna del davanzale, de Pinturicchio, datada de 1490, e pertencente ao acervo dos Museus do Vaticano. O quarto módulo é formado por obras e relíquias que remetem à vida dos santos, retratados em obras de Caravaggio e Guido Reni, entre outros mestres do Renascimento.

Nesse último segmento, a exposição faz uma homenagem ao Rio de Janeiro. Quem visitar a mostra poderá ver de perto o relicário que abriga os restos mortais do crânio de São Sebastião, o padroeiro da cidade.

Para os jovens que visitam a exposição, este é uma oportunidade de ver de perto obras que somente podem ser apreciadas nos museus vaticanos ou ainda, raridades que poucas pessoas tiveram a chance de ver. “Eu jamais teria a oportunidade de ver a Pietá de perto, mas esta exposição está me proporcionando este momento tão importante”, disse a estudante de história, Fabiana Almeida de 22 anos que estava com um grupo da Diocese de Miracema do Tocantis.

Por este motivo, diariamente forma-se uma longa fila em frente ao Museu. Os visitantes chegam a ficar duas horas em pé a espera de entrar. “Não tem problema. Enquanto esperamos, nos animamos com orações e muita música”, explica Karina Venceslau de Fortaleza.

Reportagem e fotos: Luciano Batista

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