Papa Francisco chega à Cracóvia

Um voo que durou pouco mais de duas horas entre Roma e Cracóvia levou o Papa Francisco à Polônia onde deu início à sua participação na 30ª edição da Jornada Mundial da Juventude.

O avião pousou no aeroporto João Paulo II às 15h54 – 10h54 horário de Brasília – e seguiu para a área reservada para a recepção ao Santo Padre que foi recebido pelo presidente polonês, Andrzej Duda e pelo Arcebispo de Cracóvia, Cardeal Stanislaw Dziwisz. Não houve discurso, apenas uma acolhida oficial e informal onde os hinos da Polônia e do Vaticano foram entoados.

A comitiva seguiu para o Castelo de Wawel onde encontrou-se com autoridades polonesas, eclesiásticas e com o corpo diplomático. Foi recebido com honras militares no pátio interno do castelo.

O presidente Andrzej Duda disse que a Jornada Mundial da Juventude é um evento “fora do normal” apesar de ser a terra de São João Paulo II. Disse ainda que a JMJ iniciada por São João Paulo II “é muito importante para nós porque nos une a todos na fé, apesar das diversidades e este evento ajuda a encontrar o amor, a fé, a rezar junto e a sua presença é o mais importante para os jovens que enxergam no senhor, um exemplo a ser seguido”.

O Papa Francisco disse que é a primeira vez que visita a Europa Centro-Oriental e se disse feliz por iniciar a viagem pela Polônia. “A Polônia nos deu o inesquecível Papa João Paulo II idealizador e promotor das Jornadas Mundiais da Juventude que gostava de falar da Europa que respira com seus dois pulmões”.

O Papa recordou ainda que uma das características do povo polonês é a memória e que sempre se encantou pelas histórias contadas por São João Paulo II que “partia sempre de uma história, buscando ressaltar seus tesouros humanos e espirituais”.

O Santo Padre recordou ainda a Declaração Conjunta entre a Igreja Católica da Polônia e a Igreja Ortodoxa de Moscou, dando início a uma aproximação e fraternidade entre as duas Igrejas, mas também entre os dois povos. “Assim a nobre nação polonesa mostra como se pode desenvolver a memória boa e rejeitar a má e por isso é necessária uma esperança e uma confiança firmes em que guia o destino dos povos, abre as portas fechadas, transforma as dificuldades em oportunidades e cria novos cenários até mesmo impossíveis”, disse o Papa Francisco.

 

Imagens: Centro Televisivo Vaticano - CTV

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