Papa se encontra com “conterrâneos”

 

Dos quase 40 mil jovens que se concentraram na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira, somente cinco mil conseguiram entrar para acompanhar o discurso do Papa Francisco aos argentinos, um pedido feito e última hora antes do início da Jornada pelo próprio Papa.

Em um pronunciamento dirigido à juventude, o Papa afirmou que a Igreja Católica precisa sair às ruas para que não se torne uma ONG. "Eu quero agito nas dioceses, que vocês saiam às ruas. Eu quero que a Igreja vá para as ruas, eu quero que nós nos defendamos de toda acomodação, imobilidade, clericalismo. Se a Igreja não sai às ruas, se converte em uma ONG. A igreja não pode ser uma ONG".

 

Sentindo-se em casa, o Papa Francisco falou sobre um problema que afeta diretamente a sociedade: a exclusão de jovens e idosos. “Acho que nesse momento a civilização mundial na verdade exagerou porque o culto ao deus dinheiro é tão grande que estamos em uma práxis de exclusão de dois polos da vida. Idosos e jovens. Saibam que nesse momento, vocês, os jovens e os idosos, estão condenados ao mesmo destino: o de exclusão. Não se deixem excluir”.

Na sequência, Francisco disse que os idosos vivem uma "eutanásia cultural" porque a sociedade "não os deixa falar". "Os jovens tem que sair a lutar pelos valores. E os velhos têm que abrir a boca e nos transmitir as sabedorias dos povos." Sobre os jovens, o pontífice afirmou que a exclusão se dá também pelo desemprego. "É uma geração que não tem a dignidade do trabalho.

Reportagem e Fotos: Luciano Batista

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