Paróquia é dedicada ao Sagrado Coração de Jesus

Uma solenidade diferenciada marca a celebração na qual se pede a Deus a benção para que um templo (igreja) seja um local concreto para adorar o Senhor. Nesta intenção, Dom Luiz Antônio Guedes, Bispo Diocesano de Campo Limpo presidiu na noite do último dia 15 de dezembro o rito da Dedicação da Igreja e do Altar da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, da Forania Campo Limpo.

Entretanto, a paróquia completou 25 anos de existência, completando o seu Jubileu de Prata e para celebrar a data foi realizada a sagração de seu altar e dedicada a Deus em honra ao Sagrado Coração de Jesus.

Dom Luiz explicou o significado do rito de dedicação da igreja e do altar. “Não se pode consagrar uma igreja se não se consagrar o altar. O que pode acontecer é uma igreja já ter consagrado o altar, mas ela (o edifício) não foi, porém o mais importante é a consagração do altar.”

Dando início ao rito, Dom Luiz abençoou a água que foi aspergida nos sacerdotes concelebrantes, nas paredes internas da paróquia, na Capela do Santíssimo, sobre os fiéis, sobre o altar e sobre o ambão.

Logo após as leituras foi entoada a Ladainha de Todos os Santos que precedeu a Oração da Dedicação que logo em seu início diz: “Senhor, que santificais e governais a vossa Igreja, é nosso dever proclamar o vosso nome com cânticos de festa, porque hoje o vosso povo fiel quer dedicar-Vos, para sempre, num rito solene, esta casa de oração, para aqui Vos adorar, e se instruir com a vossa palavra e se alimentar dos vossos sacramentos”.

O rito seguiu com a unção do óleo do Crisma sob o altar. O Santo Crisma deve ser derramado no meio do altar e nos seus quatro ângulos. A partir daí toda a superfície é ungida com o óleo. Finalizada esta etapa, os padres concelebrantes ungiram as 12 cruzes instaladas nas paredes da paróquia que representam a Via Sacra, sinal de que o templo é dedicado exclusivamente e para sempre ao culto cristão.

A próxima etapa do rito é a insensação do altar. Este gesto representa o sacrifício de Cristo e também é utilizada para expressar que o sacrifício da Igreja e as orações dos fiéis chegam a Deus.

Depois que o altar é incensado recebe o revestimento indicando que aquele espaço é altar do sacrifício e, ao mesmo tempo, a mesa do Senhor, onde são celebradas a morte e ressurreição de Cristo.

A última etapa consiste na iluminação do altar, à qual se segue a iluminação da igreja, quando o pároco, Padre Anderson de Moraes Domingues ascendeu as velas do altar e do ambão enquanto os sacerdotes ascendiam as demais velas que estavam sob as cruzes. Elas recordam que Cristo é a “Luz para se revelar às nações”, por cuja claridade resplandece a Igreja e por ela toda a família humana.

Padre Anderson estava emocionado com a cerimônia e lembrou que no dia anterior havia celebrado nove anos de sacerdócio. “Eu quis deixar esse momento mais solene para receber o meu presente como dom de Deus essa dedicação da igreja junto a vocês que ao longo desses anos se empenharam para manter essa igreja e por isso eu quero agradecer a cada um de vocês especialmente a Dom Luiz por esse carinho junto a esta comunidade”.

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