Semana Missionária da Diocese de Campo Limpo começa com Santa Missa e peregrinos de vários países e estados brasileiros

Welcome! Bienvenido! Benvenuto! Willkommen! 歡迎! Welkon! Fogadtatás! Bem vindos! 

Estas frases deram o tom de como seria a acolhida aos jovens peregrinos vindos de outros países à Diocese de Campo Limpo. Eles participam da Semana Missionária, uma série de atividades que acontece simultaneamente em todas as dioceses do Brasil e antecede a Jornada Mundial da Juventude. 

A Catedral Santuário Sagrada Família acolheu os jovens com a celebração da Santa Missa de abertura de Semana Missionária presidida pelo bispo diocesano, Dom Luiz Antonio Guedes e concelebrada por Dom Jean-Claude Hollerich, Arcebispo de Luxemburgo; Dom José Ignacio Munilla Aguire, Bispo de San Sebastián (Espanha); Dom Xavier Novell Gomá, Bispo de Solsona (Espanha) e Dom Emílio Pignoli, bispo emérito de Campo Limpo, além de vários padres da diocese, de outros estados brasileiros e outros países. 

Até o próximo sábado, uma série de atividades será desenvolvida nas paróquias envolvendo todos os peregrinos entre caminhadas, visitas missionárias, vigília eucarística, programação cultural e missas que vão preparar os peregrinos para a JMJ. 

Vários jovens da Diocese de Campo Limpo já estão com as malas prontas para desembarcarem no Rio de Janeiro e participar da Jornada Mundial. É o caso de Adriana Silva Santos da Paróquia São João Batista de Taboão da Serra. Segundo ela, “estamos nos preparando há muito tempo e nosso grupo vai para o Rio no dia 25 e pretendemos participar de todas as atividades. Será uma benção muito grande estar lá, perto do Papa. Achei que não iria conseguir vaga, mas graças a Deus eu vou”, disse. 

A Missa de abertura da Semana Missionária foi um “termômetro” de como será a JMJ. O pátio em frente à Catedral Santuário Sagrada Família se transformou num “ponto de encontro” de jovens do mundo todo. As bandeiras dos países presentes eram agitadas a todo o momento e cada peregrino novo que chegava a alegria e as boas vindas dos jovens o faziam se “sentir em casa”. 

Foi o sentimento do congolês Francisco Munyika que está no Brasil pela primeira vez. Tendo como sede a Paróquia Nossa Senhora das Graças, Francisco ficou encantado com a hospitalidade brasileira e garantiu: “não dá mais vontade de voltar para o Congo; quero ficar no Brasil”. Ele fez questão de falar com Dom Luiz Antonio Guedes após a celebração. 

Outro peregrino que quis contar um pouco de sua vida para o bispo diocesano de Campo Limpo foi o húngaro Peter Kovács. Instalado no Mosteiro São Geraldo, Peter afirma que são quatro os motivos que o trouxeram ao Brasil. O mais importante, segundo ele, é receber uma benção especial do Papa Francisco durante a JMJ. Outro motivo é conhecer o trabalho missionário que a Igreja faz nas comunidades mais carentes. Ele conta que seu tio-avô era padre e foi enviado ao Brasil como missionário. “Meu avô contava sobre o trabalho que era realizado aqui pelo seu irmão e isso me chamou muito a atenção. Os meus pais disseram que o meu nome é em homenagem a ele e agora tenho a oportunidade de ver tudo isso bem de perto”, comenta em inglês. 

Ambos os peregrinos receberam uma benção especial de Dom Luiz que ficou impressionado com os relatos. “São histórias de vida, realidades que só temos a oportunidade de conhecer em eventos como estes”, disse.

 

Luciano Batista

 

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